Proença de Carvalho pressionado na Operação Fizz
Defesa de Orlando Figueira quer provar que foi Carlos Silva quem pagou a defesa do magistrado durante um ano.
A defesa de Orlando Figueira, o procurador que responde por corrupção no processo Fizz, quer provar em tribunal que foi o banqueiro Carlos Silva, através do escritório do advogado Daniel Proença de Carvalho, quem pagou a defesa do magistrado durante um ano.
O tribunal vai pedir que o escritório de Paulo Sá e Cunha, que patrocinou inicialmente o procurador, apresente os registos.
Proença de Carvalho já negou esta tese em tribunal.
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