Sindicato da Guarda Prisional lança peditório para ajudar pais de guarda que morreu baleada
Carla Amorim tinha 32 anos quando foi baleada com um tiro durante um treino.
O Sindicato Nacional da Guarda Prisional lançou, entre todos os guardas prisionais, um peditório de apoio aos pais de Carla Amorim, a guarda de 32 anos que foi morta de forma acidental, há exatamente uma semana, quando recebia formação de tiro na cadeia de Paços de Ferreira.
Apesar de os Serviços Prisionais terem suportado todas as despesas do funeral, os pais de Carla Amorim, continuam a precisar de ajuda. Por isso, foi aberta uma conta solidária.
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