Sindicato quer dar nome de guarda morta a carreira de tiro
Carla Amorim, de 32 anos, morreu atingida por um disparo acidental num treino anual de tiro, a 6 de novembro.
O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional quer que a carreira de tiro onde a guarda Carla Amorim, de 32 anos, morreu atingida por um disparo acidental num treino anual de tiro, a 6 de novembro, tenha o nome da vítima e que no local seja construído um mural em memória.
"Para que, quando estivermos na carreira de tiro, não sintamos que estamos num espaço de tristeza vimos solicitar que tenha o nome da nossa amiga", pode ler-se num memorando do sindicato enviado à Direção-Geral dos Serviços Prisionais.
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