Suspeita de matar ama que desapareceu na Amadora usou telemóvel da vítima para enviar mensagens
Mulher encontra-se em prisão preventiva. Lucinete foi atraída pela patroa para um local ermo, com vegetação onde acabou por ser morta com um bloco de cimento.
A suspeita de ter matado Lucinete Freitas, a ama brasileira que desapareceu a 5 de dezembro do ano passado na Amadora, usou um bloco de cimento para cometer o crime, segundo o Ministério Público (MP). Lucinete foi atraída pela patroa para um local ermo, com vegetação onde acabou por ser morta.
De acordo com o Ministério Público, a suspeita, de 43 anos, colocou entulho sobre o corpo da vítima de modo a encobrir o cadáver e fugiu do local do crime. Posteriormente, a arguida terá usado o telemóvel de Lucinete Freitas para se fazer passar pela ama. Para despistar e atrasar a participação do desaparecimento da brasileira, a mulher enviou mensagens onde, alegadamente, Lucinete indicava ter ido para o Algarve ter com uma amiga.
Ao que o CM apurou, a patroa não gostou que a ama tenha tomado partido do patrão. A suspeita e o marido estavam zangados.
A mulher encontra-se em prisão preventiva. A investigação está a cargo do DIAP do Núcleo da Amadora em colaboração com a Polícia Judiciária (PJ).
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