“Via-o como um Deus, como um pai": Antigo sucateiro emitiu faturas falsas para Manuel Godinho
Armindo Queirós está acusado de um crime de fraude fiscal.
“Via-o como um Deus, como um pai.” Foi desta forma que um antigo sucateiro justificou a emissão de várias faturas de transações que nunca aconteceram, no valor de 765 mil euros, a empresas geridas por Manuel Godinho, esta , em pleno Tribunal de Aveiro.
Armindo Queirós, que está acusado de um crime de fraude fiscal, falava durante a segunda sessão do julgamento de um processo que deu origem ao caso ‘Face Oculta’, que lesou o Estado em quase 14 milhões de euros. Ao todo, são 15 os arguidos, e o principal é Manuel Godinho, que está em prisão preventiva e não compareceu na sessão, a pedido da defesa, por motivos de saúde.
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