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17 mortes nas praias em 3 meses de época balnear. Mais 11 mortes que em 2025

Balanço trágico. Maioria das mortes em praias não vigiadas.

03 de agosto de 2026 às 19:19

Dezassete pessoas morreram em três meses de época balnear, revelou esta segunda-feira a Autoridade Marítima Nacional. São mais 11 mortes do que no mesmo período - 1 de maio a 31 de julho - de 2025. Foram ainda registados 868 salvamentos e 1606 ações de primeiros-socorros nas praias portuguesas. Doze mortes foram por afogamento e cinco por doença súbita.

A maior parte das mortes ocorreu em zonas não vigiadas. Dos doze afogamentos, só três foram em praias marítimas vigiadas (outros cinco em praias marítimas não vigiadas; dois em praias marítimas fora da época balnear, não vigiadas à data do acidente; e dois em zonas marítimas não vigiadas). 

No caso das cinco mortes atribuídas a doenças súbitas, três ocorreram nas chamadas "outras zonas marítimas não vigiadas" e duas em "praias marítimas fora da época balnear, não vigiadas à data do acidente". 

Ou seja, em praias marítimas vigiadas ocorreram três mortes; em praias marítimas não vigiadas oito mortes; em praias marítimas fora da época balnear (não vigiadas à data do acidente) quatro mortes; e em outras zonas marítimas não vigiadas dois acidentes mortais.

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