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Artigo exclusivo

Viúva confessa morte para deixar a prisão

Maria das Dores, que encomendou o homicídio do marido, admite pela primeira vez a culpa.

05 de janeiro de 2018 às 01:30

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Paulo Pereira da Cruz, a vítima
Paulo Pereira da Cruz, a vítima Direitos Reservados
João Paulo Silva foi condenado a 20 anos
João Paulo Silva foi condenado a 20 anos Direitos Reservados
Paulo Horta cumpre 16 anos
Paulo Horta cumpre 16 anos Direitos Reservados
David Mota é o apoio da mãe, Maria das Dores
David Mota é o apoio da mãe, Maria das Dores Direitos Reservados
Maria das Dores durante o julgamento, em 2008
Maria das Dores durante o julgamento, em 2008 Manuel Moreira
Maria das Dores durante o julgamento, em 2008
Maria das Dores durante o julgamento, em 2008 Manuel Moreira
Maria das Dores durante o julgamento, em 2008
Maria das Dores durante o julgamento, em 2008 Mariline Alves
Maria das Dores cumpre 21 anos  por ter ordenado o crime
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Onze anos depois da armadilha que montou ao marido, atraído para a morte num escritório em Lisboa, onde combinou uma conversa a dois e o entregou às mãos de dois homicidas contratados, Maria das Dores confessou pela primeira vez. "Verbaliza arrependimento", segundo o Tribunal de Execução de Penas, "embora pareça imputar a fatores externos parte da sua resolução criminosa", diz a decisão a que o CM teve acesso. E, assim, a condenada a 21 anos e meio, pelo crime de 20 de janeiro de 2007 que chocou o País, já conseguiu ter a sua primeira saída precária.

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