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Artigo exclusivo

Comandos em silêncio com lágrimas de pais de jovens mortos

Familiares dos dois recrutas que morreram em 2016 emocionaram-se em frente à juíza.

01 de fevereiro de 2018 às 01:30

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Comandos arguidos ontem à saída do Campus de Justiça, em Lisboa
Comandos arguidos ontem à saída do Campus de Justiça, em Lisboa CMTV
Hugo Abreu era natural da ilha da Madeira
Hugo Abreu era natural da ilha da Madeira Direitos Reservados
Dylan da Silva era de Ponte de Lima
Dylan da Silva era de Ponte de Lima Direitos Reservados
Mães (duas à esquerda) emocionaram-se
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Um ano e cinco meses depois da morte trágica dos filhos, que sonhavam integrar a força de elite do Exército, as mães de Hugo Abreu e Dylan da Silva enfrentaram, ontem de manhã, no Campus de Justiça, em Lisboa, alguns dos homens - entre oficiais, sargentos e praças dos Comandos - que respondem por abuso de autoridade e ofensas à integridade física agravadas. E os pais não conseguiram conter as lágrimas em frente à juíza e à procuradora da República, Cândida Vilar. Ainda de luto, choraram quando se falou das causas que levaram à morte dos filhos. Os arguidos assistiram àquele profundo sofrimento em silêncio.

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