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Libertação de Rui Pinto gera “risco máximo” de segurança

Juíza diz que o facto de o criador do Football Leaks estar a colaborar com as autoridades já não justifica que continue em prisão domiciliária e sem acesso à internet. Já o MP tem duas versões: opôs-se à libertação e elogia o hacker

08 de agosto de 2020 às 01:30

Rui Pinto recebeu esta sexta-feira às 17h00 ordem de libertação pela juíza Margarida Alves, decisão que dividiu o Ministério Público. Mas o pirata informático que espiou Sporting, Benfica, advogados, procuradores, Isabel dos Santos e outros poderosos que ficaram seus inimigos, não terá abandonado esta sexta-feira a sede da PJ, em Lisboa, onde estava em prisão domiciliária num T1 da polícia. Isto porque a sua segurança física no exterior ainda estava a ser acautelada: a PSP não tinha recebido pedido de proteção a Rui Pinto.

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