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Artigo exclusivo

Jovem mãe mata duas filhas à nascença em Espinho

Escondeu a gravidez e tirou a vida às gémeas após o parto.

21 de abril de 2021 às 01:30

De acordo com a acusação, a mulher, “encontrando-se grávida sem o desejar, decidiu ocultar o seu estado e manter a gravidez sem acompanhamento médico”.

Entre as 35 e as 36 semanas de gestação, entrou em trabalho de parto na casa em que vivia. Deu à luz duas crianças - segundo se noticiou na altura, ambas do sexo feminino - “com vida, às quais não prestou, ou solicitou que fossem prestados, quaisquer cuidados imediatamente após o nascimento”, lê-se no processo.

Pelo contrário, “na execução do que já antes tinha planeado, não estimulou o choro, não tentou desimpedir-lhes as vias aéreas, antes as embrulhou e impediu de respirar, acabando por causar as suas mortes”.

De seguida, a arguida colocou as duas crianças num saco e no interior da bagageira do automóvel que utilizava habitualmente, tendo em vista desfazer-se dos corpos. Tal apenas não veio a acontecer já que as bebés foram encontradas por uma terceira pessoa, precisamente o pai da jovem, que deu o alerta para as autoridades.

A Polícia Judiciária do Porto ficou com a investigação e a arguida encontra-se agora acusada de dois crimes de homicídio na forma qualificada e outros dois de profanação de cadáver.

O processo corre no Tribunal de Santa Maria da Feira.

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