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Tia de Mónica Silva afirma ter encontrado saia de ganga durante buscas pelo corpo da grávida da Murtosa

Família da mulher não desiste de encontrar o corpo e fez esta quarta-feira novas escavações.

24 de janeiro de 2024 às 15:44
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Tia de Mónica Silva afirma ter encontrado saia de ganga durante buscas pelo corpo da grávida da Murtosa

A família de Mónica Silva, a mulher desaparecida há mais de três meses na Murtosa, realizou, esta quarta-feira, novas buscas na tentativa de encontrar o corpo da mulher. Mais uma vez, a esperança converteu-se em desilusão. Ainda assim, Filomena Silva, tia da desaparecida, afirma ter encontrado uma saia que poderá pertencer à grávida.“A cada dia a revolta é maior, só aumenta.” São palavras da tia de Mónica Silva. Filomena tem sido o rosto do sofrimento, mas também da esperança. Move mundos e fundos na tentativa de encontrar o corpo da mulher grávida. Nunca esquece os dois filhos da mulher, dois menores de 11 e 14 anos, até porque têm sido eles quem mais sofre com a ausência da mãe e de um funeral. As crianças estavam muito felizes por terem um irmão, mas, do dia para a noite, a mãe, que estava grávida de sete meses, desapareceu. Perderam o pilar principal da vida. Não têm um local exato onde chorar a morte da mãe.

Foram populares quem deu o alerta para o local suspeito. Trata-se de um terreno, na Torreira, habitualmente limpo por familiares do principal suspeito do homicídio, Fernando Valente. Havia marcas da passagem de viaturas e uma cova que parecia ter sido feita recentemente.

Filomena Silva, juntamente com amigos, escavou a zona, mas não encontrou nenhum indício. Vasculhou, ainda, várias casas abandonadas, no terreno. Sem sucesso. A tia recebeu, também, mensagens nas redes sociais com locais, na Torreira, onde teria sido encontrada roupa abandonada. Filomena encontrou várias peças de roupa. "A Mónica tinha uma saia igual a esta que usava muitas vezes", conta, olhando para a peça. Tem sido Filomena quem dá a cara pela família.

"Não vou desistir nunca. Isto é muito desgastante, mas a minha sobrinha merece um funeral, Os filhos, de 11 e 14 anos, estão desesperados", revelou.

Dor sem fim para os dois filhos menores

“A cada dia a revolta é maior, só aumenta.” São palavras da tia de Mónica Silva. Filomena tem sido o rosto do sofrimento, mas também da esperança. Move mundos e fundos na tentativa de encontrar o corpo da mulher grávida. Nunca esquece os dois filhos da mulher, dois menores de 11 e 14 anos, até porque têm sido eles quem mais sofre com a ausência da mãe e de um funeral. As crianças estavam muito felizes por terem um irmão, mas, do dia para a noite, a mãe, que estava grávida de sete meses, desapareceu. Perderam o pilar principal da vida. Não têm um local exato onde chorar a morte da mãe.

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