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“Infelizmente o limite é 25 anos”: Juíza lamenta não poder aumentar pena dos homicidas do pianista Pedro Queiroz

Dupla foi condenada a pena máxima por sequestrarem, torturarem e terem deixado a morrer numa casa de banho a vítima antes de ser atirada para um poço já sem vida.

16 de julho de 2024 às 01:30
“Infelizmente o limite é 25 anos”: Juíza lamenta não poder aumentar pena dos homicidas do pianista Pedro Queiroz

“Infelizmente, o limite é 25 anos de cadeia”, “infelizmente, nem isso vão cumprir, pois terão direito à liberdade aos cinco sextos da pena”. Estas duas frases foram proferidas esta segunda-feira pela juíza Maria Gomes, presidente do coletivo do Tribunal de Setúbal, que julgou e não teve quaisquer dúvidas em condenar à pena máxima os dois homicidas do pianista Pedro Queiroz, que foi sequestrado, torturado e deixado a morrer numa casa de banho antes de ser atirado para um poço já sem vida.

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