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Associação dos sargentos da GNR diz que "não há qualquer tipo de discriminação" por parte da MAI

Estrutura manifestou abertura para a nova ronda negocial, sendo a revisão das carreiras a prioridade.

13 de janeiro de 2025 às 15:20

A Associação Nacional dos Sargentos da Guarda considerou esta segunda-feira que "não há qualquer tipo de discriminação" por parte da ministra da Administração Interna e manifestou abertura para a nova ronda negocial, sendo a revisão das carreiras a prioridade.

Depois de, na semana passada, Margarida Blasco ter iniciado novas negociações com os sindicatos da PSP e associações da GNR que a 09 de julho de 2024 assinaram o acordo sobre o aumento faseado do suplemento de risco, esta segunda-feira é a vez de a ministra se reunir com as estruturas que ficaram de fora do acordo.

Como na convocatória o Ministério da Administração Interna (MAI) apenas referia que a reunião visava dar "cumprimento ao estabelecido no ponto cinco do referido acordo", os sindicatos da PSP consideram uma discriminação, alegando que não conhecem o documento.

No entanto, no final da reunião, o presidente da Associação Nacional dos Sargentos da Guarda (ANSG), Ricardo Rodrigues, disse à Lusa que "não há qualquer tipo de discriminação" por parte da ministra, que demonstrou estar de "boa-fé" e a tratar todas as estruturas de igual forma, dando-se agora início a um novo processo negocial.

A ANSG não assinou o acordo do suplemento de missão, mas agora o processo é o outro e está disponível para negociar, afirmou Ricardo Rodrigues, referindo que nesta primeira reunião ficou estabelecido o calendário e o conteúdo do processo negocial.

Segundo o presidente da associação que representa os sargentos da Guarda, em cima da mesa vão estar a revisão do estatuto militar da GNR, remunerações, processo de avaliação, serviços remunerados e via verde da saúde mental, que passa por os elementos das forças de segurança terem acesso direto a uma consulta nas unidades locais de saúde da área de residência.

Ricardo Rodrigues defendeu que deve ser prioritária a alteração do estatuto para que as carreiras sejam revistas, sendo fundamental a extinção do posto de sargento-ajudante, e depois as remunerações.

Além da ANSG, Margarida Blasco esteve esta segunda-feira de manhã reunida com a Associação Socioprofissional Independente da Guarda, Associação Nacional Autónoma da Guarda e Associação da União das Guardas, que vão ter novas reuniões a 04 e 25 de fevereiro e 28 de março.

Durante a tarde, a ministra vai reunir-se com o Sindicato Independente dos Agentes de Polícia, o Sindicato Nacional da Polícia, o Sindicato dos Profissionais de Polícia (Sinapol) e a Associação Sindical Autónoma de Polícia, mas o Sinapol já anunciou que só estará presente no encontro se o MAI der a conhecer o acordo.

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