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Artigo exclusivo

Roubo de Tancos decapita PJ Militar

Polícia Judiciária sabia do assalto, nada fez para o evitar e inventou toda uma história.

26 de setembro de 2018 às 01:30

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Comandante da GNR de Loulé foi levado ontem por inspetores da PJ
Comandante da GNR de Loulé foi levado ontem por inspetores da PJ CMTV
Luís Neves é o diretor nacional da PJ
Luís Neves é o diretor nacional da PJ Lusa
Campus de Justiça
Campus de Justiça Vítor Mota
Detidos diretor da PJ militar e comandante da GNR de Loulé
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A Polícia Judiciária Militar sabia que estava a ser preparado um assalto à Base Militar de Tancos. Foi informada pela Polícia Judiciária (civil) e conhecia até a identidade do 'colaborante' que aceitara falar com as autoridades. Tinha tudo para evitar o roubo das armas, mas não o fez. Falhou e optou por esconder a culpa, encenando a descoberta do armamento. Tudo com a conivência das mais altas estruturas - o diretor da PJM, o coronel Luís Augusto Vieira, também se envolveu no processo - que aceitaram participar num esquema de encobrimento gigantesco. Que passou até por contactar o mesmo 'colaborante' para aquele chegasse às armas e as entregasse.

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