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Cadastro trama taxista do Benfica

Elemento da claque No Name Boys atirou tocha contra PSP.

11 de novembro de 2016 às 08:52

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Hugo Caturna, um dos três taxistas detido pela PSP durante a manisfestação de taxistas junto ao aeroporto de Lisboa, foi ontem condenado a três anos de prisão – com pena suspensa – pelos crimes de resistência e coação a funcionário, na forma agravada, e posse de arma proibida.

O conhecido elemento da claque No Name Boys ‘pagou o preço’ pelos antecedentes criminais que tem e por já ser conhecido da polícia. Terá ainda de pagar 500 euros à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV).

Atualmente a trabalhar como taxista, Caturna foi condenado, em 2012, a quatro anos e nove meses, também com pena suspensa, no âmbito de um processo relacionado com tráfico de droga, posse de armas brancas e de guerra e outros ilícitos praticados com elementos da claque dos encarnados. Essa suspensão já tinha expirado.

A 10 de outubro foi novamente detido, depois de atirar uma tocha contra os agentes da PSP que tentavam controlar o protesto de taxistas e evitar o bloqueio do acesso ao aeroporto Humberto Delgado.

Um outro taxista, que devia ter sido ontem julgado em processo sumário por dano qualificado, viu a sua sessão ser adiada para se verem primeiro as imagens do local. Um terceiro taxista julgado em processo sumário por dano qualificado foi condenado pagar uma multa de 1950 euros.

Para Paulo Martins, advogado de defesa, Caturna foi condenado por ser conhecido da polícia devido a episódios violentos no desporto. O causídico admitiu recorrer da decisão judicial.

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