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Casal gay de Alcobaça acusado de "mercadejar" bebé para "satisfação pessoal"

Ministério Público pede condenação por crime de tráfico de pessoas e falsificação de documentos. Defesa discorda.

14 de janeiro de 2026 às 16:49

O Ministério Público pediu esta quarta-feira a condenação do casal homossexual, de 35 e 51 anos, residente em Alcobaça, que está a ser julgado pelos crimes de tráfico de pessoas e de falsificação de documentos, por ter trazido para Portugal uma mulher brasileira grávida com o objetivo de adotarem o bebé como sendo seu filho. A defesa dos dois arguidos entende que devem ser absolvidos.

Nas alegações finais, o procurador disse que a acusação deve ser dada como provada e que os arguidos "mercadejaram a vida humana" com a "compra de um bebé ao arrepio de todos os processos de adoção", apenas para "sua satisfação pessoal".

Os advogados dos arguidos destacaram as "dúvidas" que o processo encerra e que o julgamento não explicou, pedindo que sejam absolvidos ou pelo menos desqualificado o crime de tráfico de pessoas.

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