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Artigo exclusivo

Cédric foi osso duro de roer para investigadores da PJ

Manteve quase silêncio absoluto. Filho do homicida foi ouvido para memória futura e está em instituição.

27 de março de 2026 às 01:30

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Material apreendido na detenção de Cédric Prizzon, suspeito de matar duas mulheres
Material apreendido na detenção de Cédric Prizzon, suspeito de matar duas mulheres GNR
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Cédric Prizzon
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Havia muita expectativa em torno do primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Vila Nova de Foz Côa, até para perceber se Cédric Prizzon iria ou não prestar declarações ao juiz de instrução da Comarca da Guarda. Isto porque o homem de nacionalidade francesa optou por remeter-se quase a um silêncio absoluto quando foi interrogado pelos inspetores da Polícia Judiciária da Guarda. Quase, porque, durante as muitas horas em que esteve na presença de investigadores da PJ - dia e noite de terça-feira e madrugada de quarta-feira, conseguiu libertar a conta-gotas informações que acabariam por ser determinantes para a localização dos corpos das duas vítimas mortais. Conhecedor de técnicas policiais de interrogatório, devido à sua condição de militar da polícia francesa, Cédric foi osso duro de roer para os inspetores da PJ.

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