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Artigo exclusivo

Centenas de interrogatórios em operação de escravatura no Alentejo

Operação Safra Justa já só tem um arguido em prisão preventiva. GNR e PSP foram suspensos.

14 de maio de 2026 às 01:30

As vítimas da rede que escravizava imigrantes no Alentejo são maioritariamente oriundas da Índia, Nepal, Paquistão e Bangladesh. E são muitas: mais de quinhentas. O Ministério Público começou a ouvi-las na passada sexta-feira em Beja, para memória futura. Na próxima semana serão ouvidas mais pessoas, mais de dez, mas no DIAP de Évora. O procurador, perante a quantidade de diligências, pediu para que fosse decretada a especial complexidade do processo, que ficou conhecido por “Safra Justa”. Neste momento só um dos 17 arguidos está em prisão preventiva. No mês passado foram libertados dois suspeitos, após decisão do Tribunal da Relação de Évora. Entre os arguidos estão elementos das forças de segurança - dez militares da Guarda Nacional Republicana e um agente da Polícia de Segurança Pública. Em causa estão suspeitas de crimes de auxílio à imigração ilegal, tráfico de pessoas, corrupção ativa e passiva e abuso de poder. Todos foram suspensos de funções, uma decisão ordenada pelo Ministro da Administração Interna, Luís Neves.

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