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Correio da Manhã

Portugal
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Colisão frontal mata bombeiro e vendedor

José Marques, de 25 anos, tinha feito noite na corporação de Vila Nova de Oliveirinha e ia a caminho do trabalho.
Mário Freire 10 de Julho de 2018 às 01:30
José Marques, de 25 anos, era bombeiro
António Jorge, de 47 anos, conduzia uma das viaturas envolvidas
Colisão frontal mata bombeiro e vendedor
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José Marques, de 25 anos, era bombeiro
António Jorge, de 47 anos, conduzia uma das viaturas envolvidas
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José Marques, de 25 anos, era bombeiro
António Jorge, de 47 anos, conduzia uma das viaturas envolvidas
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Um bombeiro, de 25 anos, morreu esta segunda-feira pouco depois de ter saído de serviço na corporação de Vila Nova de Oliveirinha, numa violenta colisão frontal que matou também o condutor da outra viatura, de 47 anos. O acidente ocorreu na variante de acesso ao IC6, na zona de Candosa, em Tábua.

O socorro às vítimas foi prestado pelos Bombeiros de Tábua e de Vila Nova de Oliveirinha, que se depararam com o colega encarcerado numa das viaturas. Ficaram em choque e receberam assistência dos psicólogos do INEM que estiveram no local e foram, mais tarde, ao quartel da corporação.

José Marques, mecânico e voluntário nos bombeiros, tinha estado de serviço durante a noite e deslocava-se para o trabalho numa oficina da zona industrial de Tábua.

A outra vítima mortal, António Jorge, 47 anos, era delegado comercial e residia na zona de Vinhal, Tondela. Deixa uma filha que presta serviço nos Bombeiros Voluntários de Tondela.

As causas do acidente são desconhecidas e estão a ser investigadas pelo Núcleo de Investigação Criminal de Acidentes de Viação da GNR de Coimbra.
"Esta é uma zona sem historial de acidentes e havia boa visibilidade", refere João Correia, adjunto de comando dos bombeiros de Tábua, corporação que recebeu o alerta às 7h53. A violência da colisão surpreendeu os operacionais envolvidos no socorro.

"Foi uma operação demorada uma vez que as estruturas dos carros estavam em contacto com as vítimas e os trabalhos de desencarceramento demoraram uma hora e 15 minutos", disse João Correia que coordenou as operações de socorro. O óbito das duas vítimas foi confirmado ainda no local pelas equipas do INEM.

A variante de acesso ao IC6, na zona de Candosa, esteve cortado ao trânsito durante toda a manhã para remoção dos veículos e limpeza da via.

PORMENORES 
Acidentes matam 228
Até ao dia 7 de julho deste ano registaram-se mais acidentes: um total 65 646, com 228 mortos. Ainda assim menos 17 quando comparado com igual período de 2017, segundo os dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

Menos feridos graves
O número de feridos graves baixou no período homólogo para 900 (menos 148) e os feridos ligeiros caíram para 19 449 (menos 236).O distrito com mais acidentes foi o de Lisboa (13 390), seguido do Porto (12 195), Braga (5690), Aveiro (5601) e Setúbal (5233).
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