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Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Condutor português de carro que se despistou na Galiza indiciado por homicídio

Guarda Civil realizou o teste de despistagem de álcool no sangue ao condutor, que "acusou positivo", como confirmou José Ángel Corral.

04 de fevereiro de 2019 às 16:52

O condutor do carro que se despistou na Galiza na madrugada de domingo, a poucos quilómetros da fronteira com Portugal, está indiciado de "homicídio involuntário" pela morte do outro português que viajava na viatura, revelou a Guarda Civil espanhola.

O chefe da Unidade Orgânica da Polícia Judiciária da Guarda Civil, José Ángel Corral, referiu esta segunda-feira à agência Lusa, em contacto telefónico, que "a investigação ao condutor português, que acusou positivo no teste de alcoolemia, está concluída e é atribuída responsabilidade culposa da morte do outro português".

"O condutor, indiciado de homicídio imprudente [por negligência no quadro jurídico de Portugal], está à espera de ser apresentado a tribunal", afirmou o capitão Corral.

O condutor português, de 33 anos e residente em Portugal, encontra-se a aguardar a presença perante juiz de tribunal de Ponteareas, ao qual pertence o município de Arbo, na província espanhola de Pontevedra, onde ocorreu o despiste do automóvel, que caiu de uma altura de 20 metros para uma via ferroviária.

De acordo com a Guarda Civil, o lado direito do automóvel colidiu com o solo, provocando a morte do outro ocupante, de 34 anos, enquanto o condutor sofreu ferimentos ligeiros e foi encaminhado para o Hospital Álvaro Cunqueiro de Vigo.

A Guarda Civil realizou o teste de despistagem de álcool no sangue ao condutor, que "acusou positivo", como confirmou José Ángel Corral.

O condutor português perdeu o controlo da viatura ao quilómetro oito da PO-405, quando seguia em direção à vila da raia portuguesa de Melgaço, no distrito de Viana do Castelo, pouco tempo depois das 04h00 da madrugada de domingo.

Dada a proximidade com Portugal, um dispositivo de socorro português, formado pelos bombeiros de Melgaço e agentes da unidade territorial da Guarda Nacional Republicana, acorreu também ao local do acidente.

As equipas de socorro tiveram de desencarcerar o português sem vida que viajava ao lado do condutor e a via ferroviária esteve encerrada durante seis horas.

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