Concessionário que gere os parquímetros contrata agentes.
Os agentes da PSP de Vila Nova de Famalicão estão a ser requisitados pela empresa Park F – que tem a concessão dos parquímetros da cidade – para multar os condutores em infração por falta de pagamento de estacionamento. Pela cidade, circula um polícia acompanhado de um fiscal da empresa privada, que assegura que o agente multa todos os infratores. A situação está a gerar mal-estar e é malvista pelos cidadãos.
Em causa está o facto de os fiscais da Park F não terem legitimidade jurídica para passar multas – como tem sido o entendimento de alguns tribunais – e, por isso, para garantir que a multa será cobrada, a empresa requisita um polícia da esquadra de Famalicão que efetua o serviço como remunerado. Ou seja, realiza a fiscalização fora do horário de trabalho e é pago pela Park F pelo trabalho.
"É uma vergonha. A empresa fiscaliza a Polícia, para ter a certeza de que está a ser bem feita a caça à multa", disse o condutor Manuel Silva. "A situação é absurda e há que averiguar o que se passa", afirmou Paulo Rodrigues, da ASPP.
Os agentes da PSP de Vila Nova de Famalicão estão a ser requisitados pela empresa Park F – que tem a concessão dos parquímetros da cidade – para multar os condutores em infração por falta de pagamento de estacionamento. Pela cidade, circula um polícia acompanhado de um fiscal da empresa privada, que assegura que o agente multa todos os infratores. A situação está a gerar mal-estar e é malvista pelos cidadãos.Em causa está o facto de os fiscais da Park F não terem legitimidade jurídica para passar multas – como tem sido o entendimento de alguns tribunais – e, por isso, para garantir que a multa será cobrada, a empresa requisita um polícia da esquadra de Famalicão que efetua o serviço como remunerado. Ou seja, realiza a fiscalização fora do horário de trabalho e é pago pela Park F pelo trabalho."É uma vergonha. A empresa fiscaliza a Polícia, para ter a certeza de que está a ser bem feita a caça à multa", disse o condutor Manuel Silva. "A situação é absurda e há que averiguar o que se passa", afirmou Paulo Rodrigues, da ASPP. O CM tentou, sem sucesso, obter esclarecimentos do Comando da PSP de Braga e da Park F.
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