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Correio da Manhã

Portugal
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Herança leva filha e genro a drogar, agredir e queimar professora

Casal tentou o crime perfeito mas foi detido pela Polícia Judiciária. Corpo foi encontrado mutilado no Montijo.
Lusa 7 de Setembro de 2018 às 11:30
Amélia Fialho, com a filha adotiva, Diana Fialho, e o genro, Iuri Mata. Jovens são os principais suspeitos da morte da professora
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Diana Fialho, filha adotiva de Amélia Fialho, e o marido, são suspeitos do homícidio da vítima
Amélia Fialho, com a filha adotiva, Diana Fialho, e o genro, Iuri Mata. Jovens são os principais suspeitos da morte da professora
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Diana Fialho, filha adotiva de Amélia Fialho, e o marido, são suspeitos do homícidio da vítima
Amélia Fialho, com a filha adotiva, Diana Fialho, e o genro, Iuri Mata. Jovens são os principais suspeitos da morte da professora
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Amélia Fialho tinha 59 anos e era professora de Físico-Química
Diana Fialho, filha adotiva de Amélia Fialho, e o marido, são suspeitos do homícidio da vítima
A filha e o genro de Amélia Fialho, a professora de Físico-Quimíca encontrada morta no Montijo, são suspeitos do homicídio e de profanação de cadáver, tendo sido detidos e confessado o crime, informou esta sexta-feira a Polícia Judiciária (PJ). Ambos vão ficar em prisão preventiva.

"Diligências realizadas por esta polícia, desde a passada quarta-feira, permitiram indiciar que, na realidade, os ora detidos, filha e genro da pessoa desaparecida, que com ela coabitavam, na sequência de inúmeras desavenças, delinearam um plano, executado conjuntamente, para lhe tirar a vida", refere o comunicado da polícia.

Herança e raiva na origem do 'crime perfeito'
A professora Amélia terá ameaçado deserdar a filha adotiva após anos de mau relacionamento. O casal regressara há 20 dias à casa da mulher e portou-se bem com segundas intenções: manter a herança do património de Amélia. 

Vítima foi queimada
A filha da vítima, Diana Fialho, tem 23 anos e o genro, Iuri Mata, 27. A investigação permitiu apurar que no sábado - dia em que, segundo a família, a mulher desapareceu - os suspeitos, "pela hora do jantar, usando fármacos, colocaram-na na impossibilidade de resistir, agrediram-na violentamente no crânio com um objeto contundente, colocaram-na na bagageira de uma viatura e transportaram-na para a zona de Pegões, onde, com recurso a um acelerante, lhe pegaram fogo".

O corpo, indica a PJ, foi localizado "completamente carbonizado".

De acordo com fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Setúbal, a mulher estava desaparecida desde sábado (01 de setembro), mas o alerta só foi dado a esta força de segurança na segunda-feira.


Filha deixou apelo nas redes sociais
A filha da vítima partilhou esta semana um apelo na rede social Facebook, informando que a mulher, professora no Montijo e com 59 anos, tinha sido vista pela última vez, pela família, na noite de sábado, quando "avisou que iria sair".

Polícia de Segurança Pública Montijo Setúbal PSP Polícia Judiciária questões sociais PJ
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