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Correio da Manhã

Portugal
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Escritório de Júdice em tribunal: Discutida indemnização de 10 milhões

Prossegue a batalha jurídica no Palácio da Justiça, em Lisboa, em que os herdeiros do fundador da Portucel, João Martins,reclamam da sociedade de advogados PLMJ uma indemnização de dez milhões de euros.
11 de Maio de 2011 às 12:42
Herdeiros reclamam da PLMJ dez milhões de euros, alegando que pagaram, entretanto, pelo trabalho da sociedade cerca 400 mil euros, segundo explicou o advogado Nuno Godinho de Matos
Herdeiros reclamam da PLMJ dez milhões de euros, alegando que pagaram, entretanto, pelo trabalho da sociedade cerca 400 mil euros, segundo explicou o advogado Nuno Godinho de Matos FOTO: Bruno Colaço

Nesta quarta-feira de manhã foi ouvida uma funcionária da facturação da PLMJ. As partes não se conseguiram entender sobre o que foi pago pelos herdeiros de João Martins à sociedade de advogados de que faz parte o antigo bastonário da Ordem dos Advogados, José Miguel Júdice.  

A acção colocada por Luís e Alberto Martins contra a  sociedade resulta da equipa de advogados que integrava Nuno Libano Monteiro e José Cruz Vilaça não ter enviado, dentro do prazo, um fax de recurso para o Supremo Tribunnal Administrativo em que a família reclamava do Estado uma indemnização de 115 milhões de euros pela nacionalização em 1975 da Celtejo.

Face a esta falha, os herdeiros reclamam da PLMJ dez milhões de euros, alegando que pagaram, entretanto, pelo trabalho da sociedade cerca 400 mil euros, segundo explicou esta manhã o advogado Nuno Godinho de Matos.

Para desmontar esta tese, o advogado Taveira da Fonseca que defende a PLMJ chamou na 4ª sessão do julgamento a funcionária de facturação Raquel Martins para tentar provar que só receberam cem mil euros.

Celtejo Portucel PLMJ
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