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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

ESPETOU ARPÃO NA MULHER

Uma mulher de 28 anos, residente no Vale do Forno, Odivelas, teve de ser transportada ao Hospital, depois de o marido lhe ter espetado, no antebraço direito, o arpão de uma espingarda de caça submarina.

18 de junho de 2002 às 01:07

O caso, acontecido na sequência de uma discussão conjugal, conduziu à detenção do autor das agressões.

A residir na Rua das Laranjeiras, no Vale do Forno, Odivelas, há cerca de um ano e meio, Mário, de 33 anos, e Tânia, de 28, tinham um bebé com pouco mais de um ano.

Ambos encontravam-se de momento desempregados, e o insólito aconteceu quando os dois se encontravam em casa.

Segundo uma testemunha da ocorrência, o caso ocorreu na sexta-feira, adiantando que "só se apercebeu de tudo quando a agressão já tinha sido consumada".

"Eram cerca de 19h00 quando ela me começou a chamar, e eu tive de lá ir acima", explicou. Ao entrar na habitação do casal, a testemunha já só conseguiu ver Tânia com um pano ensaguentado em cima do braço direito, a cobrir um arpão que lhe penetrava a pele.

"Ela contou-me que, depois de uma discussão, o marido disparou uma espingarda de caça submarina contra ela, tendo atingido a televisão. Da segunda vez, para se proteger, ela encostou o braço à barriga, e foi atingida no antebraço", adiantou a mesma fonte.

Tânia foi transportada ao Hospital de Santa Maria, onde o projéctil lhe foi removido do antebraço. Mário foi detido pela PSP, encontrando-se em prisão preventiva.

O caso está agora sob a fase de inquérito, para tribunal.

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