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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Falsos polícias torturam vítimas

Dizem ser da PJ para não serem alvo de queixas.

17 de julho de 2015 às 01:15

Entravam de madrugada nas casas dos traficantes. Não mostravam falsos distintivos, nem fardamento. Anunciavam apenas ser da PJ. Depois raptavam e agrediam as vítimas, para as obrigar a entregar dinheiro. Um dos atacados resistiu a dizer onde estava o dinheiro e foi torturado com uma faca e choques elétricos.

Verdadeiros inspetores da Unidade Nacional Contra Terrorismo (UNCT) da PJ detiveram quarta-feira três elementos do grupo de raptores e falsos PJ, que atuava principalmente no Algarve. Segundo explicou ao CM fonte policial, apurou-se que fazem parte de uma rede maior e que já tinha sido alvo em abril, tendo na altura sido presos dois homens.

Apesar de atacar traficantes, o grupo interessava-se apenas pelo dinheiro. Exigiam sempre valores elevados e escolhiam criminosos porque acreditavam que estes não se iriam queixar às autoridades. O CM sabe que o grupo começou a ser investigado quando raptou o familiar de um dos traficantes, ataque que motivou denúncia. Uma das vítimas resistiu a divulgar onde tinha o dinheiro escondido. Acabou vítima de graves agressões e torturada com uma máquina de choques elétricos e uma faca.

Os três homens, entre os 25 e os 28 anos de idade, estão indiciados pelos crimes de rapto agravado, roubo qualificado, violação de domicílio, usurpação de funções e posse de armas proibidas.

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