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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Mulher faz compras em nome da tia que assassinou

Elisa Cerqueira, de 34 anos, atirou mulher ao chão e passou com o carro por cima do corpo, em Ponte de Lima.

01 de outubro de 2018 às 08:52

Motivos financeiros estiveram na origem da morte de Maria da Glória Malheiro. A mulher, de 68 anos, foi levada pela sobrinha Elisa Cerqueira até ao miradouro de Santo Ovídio, em Ponte de Lima, empurrada para o chão e atropelada mortalmente. A arguida fugiu do local e ligou para uma loja de eletrodomésticos. Fingiu ser a tia - já morta - e encomendou uma máquina de lavar e outra de secar, que seriam entregues em sua casa.

O crime ocorreu em março e Elisa, que está presa e tem 34 anos, foi agora acusada de homicídio qualificado. "Agiu de forma insensível e com total indiferença pela vida humana e da sua tia por afinidade (por parte do marido), que sabia ser pessoa particularmente indefesa, em razão da idade e da dificuldade de locomoção", lê-se na acusação.

O Ministério Público não conseguiu apurar todos os pormenores da motivação do crime. Sabe-se que terão sido motivos financeiros, mas a procuradora deixou duas hipóteses em aberto: ou a idosa recusou dar quantias em dinheiro à sobrinha, ou recusou pagar as máquinas de lavar e secar, no valor total de mil euros.

Não restam, no entanto, dúvidas de que Maria da Glória foi morta de forma violenta. Elisa passou o carro várias vezes por cima da vítima. A acusação dá conta de que, quando encomendou os eletrodomésticos, a arguida não sabia que o cadáver tinha sido encontrado. Pretendeu fingir que era a tia e pediu que cobrassem o pagamento junto de uma filha da vítima.

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