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"Situação é preocupante": Casas, barracões agrícolas e muita de área de castanheiro afetados em incêndio em Vimioso

População da aldeia está concentrada no largo da Igreja, por uma questão de precaução.

11 de agosto de 2024 às 16:43
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'Situação é preocupante': Casas, barracões agrícolas e muita de área de castanheiro afetados em incêndio em Vimioso

O vice-presidente da Câmara de Miranda do Douro disse este domingo que "a situação é preocupante" na aldeia em São Martinho devido ao vento, depois da reativação do fogo que deflagrou no sábado no concelho de Vimioso, distrito de Bragança.

"Apesar do trabalho intenso dos bombeiros e de três máquinas de rasto que estão no terreno, a esta hora [pelas 22h20], a situação é preocupante devido ao vento que muda constantemente de direção e nunca se sabe o que pode acontecer", disse à Lusa o vice-presidente da Câmara de Miranda do Douro, Nuno Rodrigues.

De acordo com o autarca, a população da aldeia está concentrada no largo da Igreja, por uma questão de precaução, como determinam as regras da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

Na zona existe ainda a aldeia de Cicouro, também no concelho de Miranda do Douro.

"Durante a noite, a evolução do fogo terá que ver com as condições meteorológicas, já que os operacionais no terreno estão fazer um bom trabalho", acrescentou Nuno Rodrigues.

Também em declarações à Lusa, o presidente da Junta de Freguesia de São Martinho, Lisis Gonçalves, relatou que "o incêndio tem muita força" e está com "quatro frentes".

"Já arderam casas de segunda habitação, vários barracões agrícolas e muita de área de castanheiro que é o nosso ganha-pão", contou.

O alerta para o incêndio foi dado pelas 18h10 de sábado em Caçarelos e Anguieira, na vila raiana de Vimioso.

Depois de ter sido dado como dominado cerca das 06h00 deste domingo, durante a tarde o fogo teve uma reativação e, segundo disse na altura à Lusa o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil das Terras de Trás-os-Montes, João Noel Afonso, existia "uma frente com grande intensidade".

Ainda durante a tarde, os meios aéreos envolvidos no combate às chamas foram reforçados e estiveram no local sete meios, dois dos quais espanhóis.

De acordo com a informação disponível no 'site' da ANEPC, pelas 23h00 o fogo, em área de mato, pinho e soutos, estava a ser combatido por 230 operacionais, apoiados por 79 viaturas.

Ainda segundo os dados da ANEPC, pelas 23h00 continuava igualmente ativo o fogo que deflagrou no sábado em Soutelo, Carregosa, no município de Bragança.

O alerta para o incêndio na Carregosa foi dado pelas 18h55 de sábado e estava a ser combatido, pelas 23h00 de hoje, por 153 operacionais e 52 veículos.

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