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Foguete rebenta e mata mordomo

António Queirós morre a preparar fogo de artifício em festa.

02 de agosto de 2016 às 01:45

António Queirós era um dos mordomos da festa da aldeia de Lamas de Olo, em Vila Real, realizada no último fim de semana e cancelada, na noite de domingo, após o homem, calceteiro de profissão, ter morrido na sequência do rebentamento de um foguete. Familiares e amigos ficaram em estado de choque e tiveram que receber apoio psicológico. A GNR investiga as causas do acidente e o cumprimento das regras de segurança no lançamento de fogo de artifício.

Tudo aconteceu por volta das 23h00, quando o mordomo, de 55 anos, ia lançar os foguetes da festa. Ao que tudo indica, um dos explosivos não terá rebentado e, quando António Queirós estava a verificar essa situação, o engenho pirotécnico atingiu– -o na cara e nos membros superiores. "Já estava na cama quando ouvi alguns foguetes e a seguir um estrondo. Nessa altura a minha mulher começou a gritar", contou ao CM um vizinho.

"Ela foi logo tentar perceber o que se passava, mas estava muito escuro. Depois, vieram as ambulâncias e soubemos finalmente o que tinha acontecido. Foi mesmo uma tragédia. Era um homem muito bom, aqui gostávamos todos muito dele", disse o vizinho da vítima.

Quando os bombeiros da Cruz Branca, de Vila Real, chegaram ao local do acidente, a vítima já se encontrava sem sinais vitais. Os voluntários já nada conseguiram fazer para o salvar.

A aldeia ficou em choque e durante o dia de ontem ainda era difícil para os habitantes de Lamas de Olo falarem no assunto. A GNR esteve no local.

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