Barra Cofina

Correio da Manhã

Portugal
6

Funcionária da PJ do Porto livra-se da cadeia

Roubou da instituição duas barras de ouro, no valor de 178 mil euros.
Ana Isabel Fonseca 23 de Fevereiro de 2018 às 08:54
Dulce trabalhava na PJ
António Miranda (no meio) foi condenado
Dulce trabalhava na PJ
António Miranda (no meio) foi condenado
Dulce trabalhava na PJ
António Miranda (no meio) foi condenado
Confessou os crimes no julgamento e mostrou-se arrependida. Por isso mesmo, o Tribunal de São João Novo, no Porto, decidiu ontem condenar Dulce Faria, ex-funcionária da PJ do Porto, a quatro anos de prisão, mas em pena suspensa.

Ficou provado que, nos anos de 2014 e 2015, a arguida, de 49 anos, roubou duas barras de ouro do cofre da PJ, avaliadas em 178 mil euros. O ex-companheiro da mulher, António Miranda, levou pena efetiva de quatro anos e meio.

"Os crimes foram muito graves, pois foram praticados contra uma instituição de reputação elevada como a Polícia Judiciária", disse o juiz presidente William Themudo Gilman.

O coletivo considerou que António foi o mentor dos crimes e salientou que Dulce revelou ter uma enorme fragilidade psicológica. O facto de o homem, de 41 anos, ter já cadastro foi determinante para uma condenação efetiva.

Os arguidos, que têm de devolver 180 mil euros ao Estado, foram condenados por quatro crimes de peculato, sendo que Dulce foi ainda punida por aceder a um processo.

A arguida ficou proibida de exercer funções durante quatro anos.
juiz António Miranda Dulce Faria Porto Porto PJ Estado Polícia Judiciária William Themudo Gilman julgamentos
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)