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Correio da Manhã

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PJ investiga incêndio que destruiu fábrica de madeiras em Arcos de Valdevez

No combate às chamas estiveram 130 operacionais apoiados por 39 veículos.
Lusa e Correio da Manhã 25 de Julho de 2019 às 10:53
Fábrica destruída pelas chamas em Arcos de Valdevez
Incêndio que deflagrou em fábrica em Arcos de Valdevez dominado
Incêndio que deflagrou em fábrica em Arcos de Valdevez dominado
Fábrica destruída pelas chamas em Arcos de Valdevez
Incêndio que deflagrou em fábrica em Arcos de Valdevez dominado
Incêndio que deflagrou em fábrica em Arcos de Valdevez dominado
Fábrica destruída pelas chamas em Arcos de Valdevez
Incêndio que deflagrou em fábrica em Arcos de Valdevez dominado
Incêndio que deflagrou em fábrica em Arcos de Valdevez dominado
A PJ informou esta quinta-feira que irá investigar as causas do incêndio que destruiu por completo uma fábrica de transformação de madeiras instalada na zona industrial de Padreiro, em Arcos de Valdevez, assim que o fogo seja totalmente extinto.

Fonte do Comando Territorial da PJ de Viana do Castelo disse que o incêndio deverá ser extinto durante o dia, sendo que, às 10h15, estavam "em curso operações de rescaldo".

"A proteção civil espera ter o incêndio extinto durante o dia desta quinta-feira. A partir desse momento a PJ irá iniciar a investigação para apurar se existiu intenção criminosa ou dolosa" especificou.

Contactado pela agência Lusa, o presidente da Câmara de Arcos de Valdevez, João Manuel Esteves, explicou que "a fábrica, instalada há mais de uma década naquela zona industrial, com cerca de dez trabalhadores, é detida por um empresário do concelho.

O autarca social-democrata, que durante a noite de quarta-feira e madrugada desta quinta-feira acompanhou os trabalhos de combate ao incêndio, lamentou a destruição da empresa familiar e solidarizou-se com o proprietário e os trabalhadores.

João Manuel Esteves agradeceu "a intervenção pronta, profissional e corajosa de todos os bombeiros envolvidos" no combate às chamas.

"Desde logo o meu agradecimento aos bombeiros de Arcos de Valdevez, os primeiros a chegar ao local. Também ao comando distrital pela intervenção e coordenação do incêndio que impediu uma tragédia maior, evitando que as chamas se propagassem às fábricas vizinhas e à creche da zona industrial", disse.

O incêndio deflagrou pelas 20h50 de quarta-feira e foi dominado cerca das 01h00, informou o comandante operacional distrital (CODIS) de Viana do Castelo.

Durante a madrugada, Marco Domingues disse ao jornalistas que "quando o fogo deflagrou a fábrica encontrava-se encerrada e sem ninguém no seu interior", referindo que os trabalhos de consolidação seriam demorados "devido à carga [combustível] acumulada no interior" do espaço.

O responsável da Proteção Civil distrital referiu que, deste incêndio resultou um ferido ligeiro, um bombeiro que sofreu uma entorse e foi transportado para o Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo.

O comandante dos Bombeiros de Arcos de Valdevez, Filipe Guimarães, explicou que o alerta foi dado por um bombeiro da corporação que passava no Itinerário Complementar 28 (IC28).

O comandante dos bombeiros acrescentou que o trabalho de rescaldo é demorado, "porque a fábrica tinha pilhas de madeira empilhada com cerca de cinco a seis metros de altura".

Ao local acorreram 14 corpos de bombeiros dos distritos de Viana do Castelo e Braga, num total de 130 operacionais apoiados por 39 veículos, além de INEM e GNR.
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