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Correio da Manhã

Portugal
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Governo dá 32 milhões para defesa antiaérea

Ministério da Defesa aposta em sistema com oito baterias, radares e mísseis em viaturas blindadas.
João Carlos Rodrigues 6 de Junho de 2017 às 09:04
Estado português adquire equipamento bélico de modo a fazer frente a uma hipotética invasão ou ataque militar
Investimento na vigilância
Azeredo Lopes
Estado português adquire equipamento bélico de modo a fazer frente a uma hipotética invasão ou ataque militar
Investimento na vigilância
Azeredo Lopes
Estado português adquire equipamento bélico de modo a fazer frente a uma hipotética invasão ou ataque militar
Investimento na vigilância
Azeredo Lopes
Oito baterias antiaéreas, dois radares de aviso e oito sistemas de mísseis ligeiros em viaturas blindadas. Tudo por 32 milhões de euros, a pagar pelo Estado português até 2026. Este é o investimento aprovado pelo Ministério da Defesa para dar resposta às lacunas atuais em caso de uma hipotética invasão ou ataque militar em Portugal.

"O ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, autorizou o procedimento de formação contratual para a aquisição de sistemas de artilharia antiaérea. Este investimento encontra-se inscrito na Lei de Programação Militar, na capacidade de Proteção e Sobrevivência da Força Terrestre", divulgou ontem o Governo, salientando que "os Sistemas de artilharia antiaérea constituem um ativo essencial no Sistema de Defesa Aérea Nacional, uma vez que permitem colmatar lacunas de proteção antiaérea de baixa e muito baixa altitude".

Esta aquisição será realizada através da ‘central de compras’ da NATO [Support and Procurement Agency (NSPA)] e a negociação será supervisionada pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, general Rovisco Duarte.

6,6 milhões para vigilância costeira  
A manutenção do Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo da Costa Portuguesa (conhecido por SIVICC e gerido pela GNR) vai ser contratada por ajuste direto à Indra, empresa espanhola que forneceu o sistema mas que está a ser investigada por suspeitas de cartel.

A resolução do Conselho de Ministros, assinada por António Costa, autoriza encargos orçamentais no valor de 6,6 milhões de euros (mais IVA) até 2020.
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