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Guardas da cadeia de Setúbal infetados e sem médico

Há duas dezenas de guardas prisionais e funcionários que acusaram positivo ao bacilo da tuberculose.

14 de maio de 2019 às 07:39

O Sindicato Nacional da Guarda Prisional garante que há duas dezenas de guardas prisionais e funcionários da cadeia de Setúbal que acusaram positivo ao bacilo da tuberculose e não podem renovar a medicação porque o médico responsável se reformou.

Segundo denunciou ao CM Jorge Alves, presidente do SNGP, "trata-se das primeiras pessoas a quem foi detetada a doença e que estão a ser acompanhadas e medicadas no Centro de Doenças Pulmonares (CDP) de Setúbal".

Quando foi necessário renovar as receitas para a compra de mais medicamentos, os profissionais da cadeia de Setúbal foram informado que o médico do CDP se tinha reformado.

"As pessoas ainda aguardam por uma resolução. É inadmissível", concluiu.

Fonte dos Serviços Prisionais nega "a existência de um surto de tuberculose em Setúbal", apontando apenas "um caso positivo e o tratamento preventivo de quem esteve em contacto com a doença".

Os Serviços Prisionais, por fim, não se pronunciam sobre a falta de médico.

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