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'Imperatriz' presa sete anos por tráfico de droga no Porto

Irmão da cabecilha da rede apanhou pena de 6 anos e meio. Atuavam no bairro do Aleixo.

16 de julho de 2020 às 01:30

O Tribunal de S. João Novo, no Porto, condenou, ontem, Mónica Almeida, conhecida como a ‘Imperatriz da droga’ do já extinto bairro do Aleixo, a uma pena de sete anos de cadeia.

A arguida era considerada a chefe de uma rede hierarquizada, que se dedicava à venda de produto estupefaciente em toda a zona Norte. A traficante, que está presa, foi sentenciada por tráfico agravado. Também condenado foi o companheiro de Mónica - confessou os factos e apanhou 6 anos de prisão - assim como o irmão, considerado o braço-direito da cabecilha, e que levou seis anos e meio de cadeia. "Vou recorrer da decisão. Não se fez prova testemunhal que a minha cliente [Mónica] tivesse praticado o crime", disse ao CM o advogado Gil Balsemão.

No processo respondiam ainda outros 22 arguidos: cinco foram absolvidos e os restantes 17 condenados a penas entre os 10 meses e os 5 anos e 6 meses de prisão - 11 das quais foram suspensas e seis efetivas. No total são dez os arguidos presos à ordem deste processo. Quando foram detidos, a PSP apreendeu-lhes 100 mil € e cinco carros, resultantes do negócio de venda de cocaína, heroína e haxixe.

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