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Chamas cercam aldeia em Moimenta da Beira. Quase 500 operacionais mobilizados

No local, estão bombeiros de várias corporações, incluindo de Queluz e da Amadora.

Atualizado a 10 de agosto de 2025 às 16:01
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Incêndio em Moimenta da Beira chegou a ameaçar habitações. Centenas de operacionais combatem chamas

Um incêndio que deflagrou na sexta-feira em Moimenta da Beira, em Viseu, continua a preocupar a população. Estão mobilizados quase 500 operacionais e 133 viaturas para combater as chamas que ameaçam três aldeias durante a noite desta sexta-feira.

"Temos uma frente com bastante atividade entre as aldeias de Toitam, Semitela e Nacomba", disse à Lusa Miguel David, comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Comando Sub-Regional de Viseu Dão Lafões.

Ao início da manhã, o fogo rodeava um edifício de turismo rural na região, mas os bombeiros conseguiram desviar as chamas.

No local, estão bombeiros de várias corporações, incluindo de Queluz e da Amadora.

O facto de grande parte destes operacionais não conhecer a zona tem dificultado o combate ao incêndio. Em declarações por telefone à Lusa José Requeijo, segundo comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Comando Sub-Regional do Douro, adiantou que se os ventos não mudarem de direção e se os trabalhos continuarem a correr como estão a correr esta tarde podem ter-se boas notícias ao fim da tarde.

O incêndio que deflagrou na sexta-feira, colocou casas em risco durante a madrugada na localidade de Paraduça e esta manhã em Alvite, mas esta tarde não há casas em risco e o cenário "está melhor em relação a sexta-feira", referiu à Lusa João Silva, membro da direção dos Bombeiros de Moimenta da Beira.

Segundo a mesma fonte, estão a ser distribuídas mais de mil refeições diárias aos bombeiros e população. "Temos estado a confecionar e a entregar 500 refeições ao almoço e 500 ao jantar".

Muitas das refeições seguem em marmitas para entregar junto das pessoas que estão a combater as chamas na linha da frente, acrescenta João Silva.

"A população está a ajudar os bombeiros com os tratores cisternas, porque esta zona tem muito gado e muitos terrenos agrícolas de fruta e estas gentes têm as cisternas", explicou, apelando a donativos de bebidas e barritas energéticas para dar às pessoas que estão no combate às chamas e que estão a ficar cansadas.

Segundo o portal da Autoridade Nacional, há uma outra ocorrência significativa de incêndio em mato na zona de Alvadia, Ribeira de Pena, no Alto Tâmega e Barroso, a ser combatido por 211 operacionais, 67 veículos e cinco meios aéreos.

O aumento do estado de prontidão para o nível máximo a partir das 00:00 de domingo prolongar-se-á até às 23h59 de dia 12, com vista ao reforço de pré-posicionamento de meios face à previsão de uma "complexidade significativa" das condições meteorológicas nesse período, explicou o comandante nacional da ANEPC.

Publicada originalmente a 09 de agosto de 2025 às 11:19

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