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Incêndio invade Castro de Briteiros

As chamas atingiram algumas construções da Idade do Bronze.

22 de agosto de 2015 às 13:10

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Algumas construções da Idade do Bronze foram afetadas pelo incêndio que esta semana galgou as muralhas da Citânia de Briteiros, no concelho de Guimarães. O fogo destruiu vários hectares de mato e floresta e passou as muralhas do velho povoado castrejo, o maior do género existente em Portugal.

Para Miguel Frazão, diretor da Sociedade Martins Sarmento, entidade gestora do monumento, a grande preocupação prende-se com o facto de os incêndios de verão poderem dar origem a derrocadas no inverno.

"Esse é o nosso receio. Além de queimar os sobreiros, que são a espécie autóctone original deste lugar, o fogo destrói a vegetação que segura as pedras, o que pode originar derrocadas com a chegada das primeiras chuvas", afirmou Miguel Frazão.

O Castro de Briteiros é o maior do noroeste peninsular e, nas escavações realizadas em meados do século XIX, revelou um povoado, entre Braga e a Póvoa de Lanhoso, onde, na Idade do Bronze, residiriam cerca de cinco mil pessoas, o que era extraordinário para a época.

Por causa do incêndio que afetou o monumento, que tem mais de 24 hectares, a Sociedade Martins Sarmento realizou uma operação de limpeza, no sentido de minimizar os efeitos nocivos das chamas.

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