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Ex-sócio de Berardo revela que empresário quer vender a coleção "desde 1999"

Francisco Capelo avançou estas declarações numa carta enviada à segunda comissão parlamentar de inquérito da Caixa Geral de Depósitos.

12 de julho de 2019 às 17:36

O colecionador de arte Francisco Capelo, ex-sócio de José Berardo, afirmou, numa carta ao parlamento, que "desde junho de 1999 que o objetivo" do empresário "foi e é o de vender a coleção de arte".

Numa carta enviada à segunda comissão parlamentar de inquérito à gestão e recapitalização Caixa Geral de Depósitos (CGD), a que a Lusa teve acesso, Francisco Capelo, que impulsionou a coleção de arte de José Berardo, disse ainda que a assinatura do protocolo de 2006 com o Estado "é norteada por esta preocupação [da venda] e não só".

"O interesse de José Berardo e do seu advogado André Luiz Gomes na redação e assinatura em 2006 do Protocolo de Comodato foi essencialmente afastarem a possível classificação ou nacionalização e ainda o problema financeiro do IVA [Imposto de Valor Acrescentado]. Com a assinatura do Protocolo de Comodato em 2006 essas preocupações foram resolvidas", escreveu Francisco Capelo.

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