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Julgados por 12 mortes na estrada

Motorista e dono da carrinha arriscam penas até sete anos.

24 de março de 2017 às 01:30

O condutor e o proprietário da carrinha onde morreram 12 portugueses – em Moulins, França, a 24 de março de 2016 – vão ser julgados até ao final deste ano. Ricardo Pinheiro, de 19 anos, e o tio Arménio Pinto respondem por homicídio involuntário e ferimentos involuntários agravados. Incorrem numa pena entre os cinco e os sete anos de cadeia.

"A investigação terminou, o dossiê foi comunicado à Procuradoria da República e tudo indica que será julgado até ao final do ano, entre setembro e dezembro", afirmou a atual responsável do Ministério Público francês na região, Emmanuelle Fredon. De acordo com Antoine Jauvat, advogado do jovem motorista, Ricardo Pinheiro "está sob controlo judiciário" e "trabalha numa empresa de construção civil há vários meses", enquanto " o tio está em Portugal há alguns meses".

Segundo a procuradora Emmanuelle Fredon, o controlo judiciário está a ser "respeitado de forma rigorosa", implicando a "proibição de deixar o território e a obrigação de assinalar a sua presença de forma regular à polícia". O jovem continua com acompanhamento psicológico.

As 12 vítimas mortais, com idades entre os 7 e os 63 anos, viviam na Suíça e deslocavam-se a Portugal numa carrinha de seis lugares que chocou frontalmente com um camião na EN79 na zona de Moulins.

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