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Artigo exclusivo

Ladrão diz que ministro Azeredo Lopes sabia da farsa de Tancos

Ex-fuzileiro diz que só vai explicar pormenores em julgamento. Mas afirma que lhe garantiram que Azeredo Lopes estava a par de tudo.

22 de abril de 2020 às 01:30

João Paulino, o mentor do assalto às armas de Tancos, prometia muito, mas afinal quis falar sobre pouco. Esta terça-feira no Tribunal de Monsanto, disse que só respondia às perguntas sobre o achamento das armas - combinado com dois amigos da GNR do Algarve, numa ação que não foi mais do que uma farsa. João Paulino, que está em liberdade depois de terem sido ultrapassados os prazos da prisão preventiva, nada quis dizer sobre o assalto propriamente dito, nem sequer sobre o momento em que as autoridades foram avisadas. As muitas críticas feitas pelo advogado durante a instrução - que falou em ações infiltradas, e ilegais, da Polícia Judiciária - acabaram por merecer o silêncio do arguido, que recusou responder às perguntas de Carlos Alexandre, o juiz que vai decidir se o processo segue já para julgamento.

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