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Lusodescendente agradece “por estar viva hoje”

Mavis Justino sobreviveu a atropelamento em massa no Canadá.

26 de abril de 2018 às 01:30

"Tenho um longo processo de recuperação pela frente, mas sobrevivi e agradeço por estar viva hoje". Foi com esta frase, publicada ontem nas redes sociais, que a lusodescendente Mavis Justino tranquilizou amigos e familiares ansiosos por novidades sobre o seu estado de saúde.

A mulher, de 30 anos e mãe de dois filhos, foi uma das 25 pessoas atropeladas na segunda-feira em Toronto, no Canadá. Dez morreram e 15 sofreram ferimentos graves.

Mavis Justino, filha de açorianos que emigraram para o Canadá há várias décadas, escapou com várias costelas partidas, um ombro deslocado e cortes profundos – teve mesmo de levar pontos num dos braços e na cabeça.

A lusodescendente estava perto do trabalho, numa consultora imobiliária, e foi uma das primeiras pessoas a ser colhida pela carrinha guiada por Alek Minassian, o informático, de 25 anos, que terá cometido o ato tresloucado devido à rejeição por parte das mulheres e que o próprio anunciou como o início da ‘revolução dos encalhados’.

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