Mãe de Joana Cipriano sem perdão e desempregada

Leonor Cipriano está a viver com outra mulher que conheceu quando ambas estavam reclusas.
Por Carla Marques Cordeiro e Hugo Rainho|07.03.19
O crime que chocou o País, em setembro de 2004, não está esquecido em Évora, onde Leonor Cipriano, que foi condenada pela morte da filha Joana, de oito anos, na aldeia da Figueira, Portimão, tenta refazer a vida há um mês, após ter cumprido 14 anos e meio da pena de 16 anos e 8 meses por homicídio e ocultação de cadáver.

No bairro onde vive, os vizinhos de Leonor e Maria Anjo, atual companheira, que conheceu em reclusão, dizem que as duas mal se deixam ver. Tentam passar despercebidas mas o passado persegue Leonor. "É um crime que não se esquece e que não tem perdão", diz um morador.

"Se tivesse matado a filha por acidente era diferente. Mas matá-la, congelar o corpo e dá-la aos porcos não tem perdão", diz o mesmo comerciante, que pede para não ser identificado. As duas mulheres frequentam cafés mais afastados do local onde residem e há relatos de que nem sempre são bem-vindas. De resto, ninguém sabe do que vivem: quando saiu em liberdade condicional, Leonor prometeu arranjar trabalho, o que ainda não aconteceu, apesar de estar inscrita no centro de emprego.

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  • De jotana07.03.19
    O problema é que a justiça em Portugal é muito branda para os homicidas e as cadeias são hotéis 5 estrelas para eles. Estes crimes deviam ir integralmente até os 25 anos. Já que não é possível os 30. Se fosse noutro país tribunal não tinha que provar nada mas sim o acusado em como esta inocente.
1 Comentário
  • De jotana07.03.19
    O problema é que a justiça em Portugal é muito branda para os homicidas e as cadeias são hotéis 5 estrelas para eles. Estes crimes deviam ir integralmente até os 25 anos. Já que não é possível os 30. Se fosse noutro país tribunal não tinha que provar nada mas sim o acusado em como esta inocente.
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