A mensagem revelada ao jornalista francês Rael em 1973 só teve uma versão portuguesa em 1991, com a publicação do “Livro que diz a verdade, a mensagem dada pelos extra-terrestres”.
Desde então, 15 portugueses aderiram ao movimento raeliano, unidos em torno da crença de que a humanidade foi criada em laboratório e de que a clonagem é necessária para aproximar humanos e alienígena.
Os raelianos portugues estão a seguir com toda atenção as notícias vindas dos Estados Unidos, sobretudo as que poderão vir a confirmar a realização da primeira clonagem com seres humanos.
Mas nem sempre o movimento foi seguido com esta atenção, pois só em 1991 é que a mensagem alienígena chegou a Portugal, quando Rael se deslocou ao nosso país para criar um núcleo nacional e publicar o seu livro sobre a verdade que lhe foi confiada.
Desde então, 15 pessoas de vários pontos do País aderiram ao movimento raeliano, embora o dirigente do núcleo português, Marco Antunes, não exclua a possibilidade de existirem mais simpatizantes mas que “preferem não se expor”, como explicou ao Correio da Manhã. De resto, o próprio Marco Antunes recusa ser fotografado.
O anúncio do nascimento do primeiro clone humano deixou os raelianos portugueses “muito felizes”. De acordo com Marco Antunes, o domínio da clonagem representa “um passo importante para a ciência”. É que, explica o raeliano, essa é uma das técnicas usadas pelos extra-terrestres que conseguem, em poucos minutos, e com o auxílio de máquinas, clonar seres.
Usada pelos elohim (o nome dado na Bíblia aos extraterrestres) para recriar pessoas já mortas, este processo científico servirá “apenas, por enquanto, para ajudar pais que não possam ter filhos ou para órgãos”, explica Marco Antunes.
De acordo com o fundador do movimento, o extraterrestre explicou-lhe que “toda a vida na terra foi criada cientificamente em laboratório por outros homens vindos de outro planeta”.
Uma verdade que será revelada a todos quando o homem atingir “um nível científico suficiente para compreender a sua origem”. É neste contexto que o anúncio da clonagem assume grande importância, pois esse momento poderá estar mais perto.
O que significa que “dentro de 20 ou 30 anos, os elohim poderão contactar os governos da terra”. Para proporcionar o encontro, deverá ser construída uma embaixada “de preferência em território de Israel”, explica Marco Antunes. No entanto, o terreno não pode ser comprado, terá de ser doado. Este é outro dos acontecimentos esperados pelo grupo.
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