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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Militares exigem reativação da BT

Defendido comando único para patrulhas de trânsito.

03 de janeiro de 2016 às 21:29

A reativação da Brigada de Trânsito da GNR seria um passo "decisivo" para fazer diminuir a sinistralidade nas estradas, que no período de festas, desde 15 de dezembro, já provocou pelo menos 28 mortos. As últimas vítimas mortais registaram-se sexta-feira, na Marginal, e no sábado no hospital de Braga.

"Falta filosofia de comando único nacional às unidades de trânsito, que agora têm lideranças distritais. Beneficiávamos, por exemplo, com a facilidade em deslocação de meios de reforço para os locais mais necessários nas alturas de festas", explica ao CM José Alho, presidente da Associação Socioprofissional Independente da GNR.

O mesmo dirigente associativo assegura que o País está "muito longe" da meta de redução da sinistralidade a que se comprometeu com a União Europeia. "A estrutura para a reativação da BT já existe", afirma. A BT foi extinta em 2009.

O último acidente mortal conhecido até ao final da tarde de ontem deu-se às 22h30 de sexta-feira na Estrada Marginal, à entrada de Paço de Arcos. José Jesus Sampaio, 55 anos, despistou-se, galgou o passeio no sentido Lisboa-Cascais e colidiu contra um chafariz. Teve morte imediata. Manuel Quinta, 78 anos, que se despistou de moto sexta-feira, em Barcelos, morreu no sábado em Braga. Por ter ocorrido já no hospital, esta morte não entra nos números oficiais.

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