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MP quer condenação de nove arguidos e advogados destacam injustiça do processo dos incêndios de Pedrógão Grande

Foi pedida condenação a prisão efetiva para o comandante dos Bombeiros Voluntários, Augusto Arnaut.

12 de setembro de 2022 às 11:39

O Ministério Público pediu a condenação de nove dos 11 arguidos no julgamento dos incêndios de Pedrógão Grande, enquanto advogados de defesa destacaram a injustiça do processo e a ausência no banco dos réus de alegados responsáveis pela tragédia.

Para o comandante dos Bombeiros Voluntários de Pedrógão Grande, Augusto Arnaut, acusado de 63 crimes de homicídio e 44 de ofensa à integridade física, 12 dos quais graves, todos por negligência, foi pedida a condenação a prisão efetiva, superior a cinco anos.

Prisão efetiva foi igualmente pedida para o funcionário da antiga EDP Distribuição (atual E-RDES) Casimiro Pedro, que responde por iguais crimes do comandante, assim como para José Revés, Rogério Mota e Ugo Berardinelli, funcionários da Ascendi. Estes estão acusados por 34 crimes de homicídio e sete de ofensa à integridade física, cinco deles graves, todos por negligência.

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