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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Mulher suspeita de levar droga fatal

Reclusos internados em estado grave.

28 de abril de 2015 às 01:35

As famílias dos reclusos que no domingo foram internados no hospital de Castelo Branco após uma intoxicação com ketamina – anestésico usado sobretudo para tratamento de cavalos – ponderam processar os Serviços Prisionais, alegando que tudo aconteceu "porque há falta de segurança" nas prisões. "Como é possível aquele produto entrar nas cadeias?", interrogam-se. Os reclusos, com idades entre os 24 e 53 anos, continuam internados em estado grave.

A investigação da PJ já permitiu identificar uma mulher, namorada de um recluso, por suspeitas de ter introduzido a droga na prisão, apurou ontem o CM. 

"Se o meu irmão morrer vamos até às últimas consequências para apurar responsabilidades. Não entendo como é que deixaram uma droga tão perigosa entrar na prisão", diz um familiar. O seu irmão, Osvaldo Gomes, de 35 anos, estava a cumprir quatro anos por tráfico de droga. Falta-lhe cumprir metade da pena. 

A cunhada de outra vítima de intoxicação também não consegue entender como a droga passou pelos guardas: "Eles revistam tudo, só falta mandarem-nos despir, e além disso a vigilância na sala de visitas é apertada. Mas no domingo era dia de greve e havia poucos guardas ao serviço", diz. 

Segundo os sindicatos dos guardas, "há falta de efetivos na cadeias, levando a que não haja condições para fazer a revista como deve ser aos visitantes". Em janeiro, havia mais de 14 mil reclusos nas prisões portuguesas.

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