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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Navios portugueses armados contra piratas

Profissionais de segurança, num máximo de 12 elementos, poderão empunhar armas semiautomáticas.

25 de outubro de 2019 às 08:46

A salvaguarda dos navios portugueses que passem em zonas de pirataria levou o Governo a aprovar em Diário da República o recurso a empresas de segurança privada por parte dos armadores.

Os profissionais de segurança, num máximo de 12 elementos, poderão empunhar armas semiautomáticas – longas ou curtas –, que quando não usadas deverão estar arrumadas em armários.

Existirão três estados de alerta: o ‘A’ é acionado ao entrar em zona de pirataria; o ‘B’ quando existir forte probabilidade de ataque, altura em que os seguranças devem ter coletes balísticos; o ‘C’, o mais grave, é acionado quando estiver em curso um ataque, momento em que "a equipa de segurança fica autorizada ao uso e porte de armas para assegurar a proteção do navio".

Autoridades vão supervisionar a entrada e a retirada das armas das embarcações.

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