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“O corpo voou”: testemunha ocular sobre atropelamento mortal de Daniela Padrino

Homem explicou que pensou tratar-se de um acidente, mas quando viu o condutor passar-lhe várias vezes por cima, percebeu que era intencional.

19 de março de 2025 às 08:09

“O corpo voou, embateu num muro e caiu no chão. Ele seguia a uma velocidade altíssima.” O Tribunal de Matosinhos ouviu esta terça-feira uma testemunha ocular do atropelamento mortal de Daniela Padrino, a 6 de junho de 2024, em S. Mamede de Infesta.

O homem explicou que pensou tratar-se de um acidente, mas quando viu o condutor passar-lhe várias vezes por cima, percebeu que era intencional. A sessão ficou marcada pelo testemunho emotivo da mãe de João Pedro Oliveira, acusado de homicídio qualificado e condução perigosa.

A mulher referiu que o filho andava triste após terminar a relação e que tentou o suicídio. Sobre o dia anterior ao crime, disse que não saiu de Coimbra, contrariando a versão do noivo de Daniela, que diz tê-lo visto naquele local.

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