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Passos pinta País à beira da falência

Chefe do Governo dá recado ao PS de olhos postos na Grécia.

10 de julho de 2015 às 08:30

Pedro Passos Coelho tem feito um bom trabalho no Governo?

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Pedro Passos Coelho tem feito um bom trabalho no Governo?

O primeiro-ministro voltou esta quinta-feira a puxar dos galões, em estilo de pré-campanha, para dizer que o Governo concluiu um programa de ajustamento económico que tinha metas orçamentais "quase incumpríveis" e que retirou o País de um ponto em que estava "à beira da falência de crédito".

O discurso foi no âmbito do 6º congresso da Ordem dos Economistas, mas Passos Coelho manteve o tom de afastamento da Grécia, deixando um recado interno e críticas implícitas aos socialistas."Na verdade, estes objetivos eram incumpríveis. Nenhum deste objetivos era alcançável pelos meios naturais", frisou. Passos Coelho recordou também que "o Estado teve de fazer um ajustamento orçamental de cerca de 23 mil milhões de euros" em três anos e afirmou que, no verão de 2011, "se tornou muito claro" que Portugal se aproximava "de uma insuficiência de crédito". E só o regresso antecipado aos mercados e o plano de privatizações, disse Passos, impediram "uma falência de crédito na economia portuguesa". E concluiu: "Podemos reclamar com autoridade que fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para não colocar em perigo a Zona Euro."

Por várias vezes, o Chefe do Governo repetiu que o País esteve "muito próximo do abismo" e de não conseguir cumprir as metas impostas pela troika, sobretudo no que toca à redução do défice público.

"Na verdade, estes objetivos eram incumpríveis. Nenhum deste objetivos era alcançável pelos meios naturais", frisou. Passos Coelho recordou também que "o Estado teve de fazer um ajustamento orçamental de cerca de 23 mil milhões de euros" em três anos e afirmou que, no verão de 2011, "se tornou muito claro" que Portugal se aproximava "de uma insuficiência de crédito". E só o regresso antecipado aos mercados e o plano de privatizações, disse Passos, impediram "uma falência de crédito na economia portuguesa". E concluiu: "Podemos reclamar com autoridade que fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para não colocar em perigo a Zona Euro."

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