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PJ investiga esquema de introdução ilícita de medicamentos em Moçambique

Polícia Judiciária disse que deu cumprimento a 10 mandados de busca e apreensão em imóveis e em viaturas. Produtos são obtidos em Portugal.

14 de maio de 2026 às 15:23

A Polícia Judiciária (PJ) efetuou buscas em imóveis e veículos, nos distritos de Vila Real e Lisboa, no âmbito de uma investigação sobre um esquema de introdução ilícita de medicamentos em Moçambique, envolvendo produtos obtidos em Portugal.

A PJ disse que deu cumprimento a 10 mandados de busca e apreensão em imóveis e em viaturas e que as diligências, divulgadas esta quinta-feira em comunicado, tiveram como objetivo a recolha de elementos de prova relacionados com suspeitas da prática dos crimes de fraude fiscal, branqueamento de capitais e falsificação de documentos.

Em causa, segundo esta polícia, estão suspeitas da existência de um esquema de introdução ilícita de medicamentos em território moçambicano, envolvendo produtos obtidos em Portugal.

Medicamentos que seriam, posteriormente, "comercializados à margem dos mecanismos legais, fiscais e aduaneiros em vigor, bem como a consequente omissão do pagamento de impostos ao Estado Português".

"Em contrapartida, terão sido recebidas avultadas quantias em numerário, posteriormente introduzidas no sistema bancário e financeiro português e utilizadas na aquisição de bens móveis, imóveis e outros bens de luxo, indiciando a prática de atos de branqueamento de capitais", adiantou a Judiciária.

A PJ referiu que, no âmbito das diligências realizadas, foram localizados e apreendidos "importantes elementos de prova dos factos em investigação, bem como uma avultada quantia monetária".

As diligências, desencadeadas pelo Departamento de Investigação Criminal de Vila Real, foram realizadas com a colaboração de elementos da Autoridade Tributária e Aduaneira.

A PJ salientou que a investigação vai prosseguir com "vista ao apuramento integral das responsabilidades criminais e à célere conclusão do inquérito" que é dirigido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) Regional do Porto.

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