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Polícia de elite pondera deixar invadir Parlamento

Corpo de Intervenção farto de esperar por promessas.

25 de outubro de 2019 às 08:44

O movimento de agentes do Corpo de Intervenção (CI) da PSP, que negociou com o diretor-nacional desta força de segurança o pagamento de gratificados no policiamento do futebol, diz estar farto de esperar pela concretização desta e de outras promessas.

Por isso, cresce a vontade desta unidade de elite em aderir ao protesto de 21 de novembro, já marcado pela PSP e GNR para Lisboa. A manifestação tem o apoio do ‘Movimento Zero’, o grupo espontâneo que reúne operacionais destas forças de segurança, surgido após a condenação de agentes da PSP por agressões a moradores do bairro da Cova da Moura.

Fontes do Corpo de Intervenção avançaram ao CM que pretendem apelar a todos os elementos do CI que forem destacados para o policiamento desse protesto para que deponham os capacetes no momento em que a manifestação dos polícias chegue ao Parlamento. E adiantam que está em análise a possibilidade de estes operacionais de elite se desviarem do caminho dos manifestantes, permitindo uma eventual invasão do Parlamento.

Para já, e a pouco menos de um mês da realização do protesto, sabe-se que o mesmo vai, de facto, acabar junto à Assembleia da República.

Ao que o Correio da Manhã apurou, discute-se, para já, a possibilidade de a iniciativa poder começar pelas 14h00.

Os organizadores querem que o protesto termine ainda com a luz do dia.

PORMENORES

Mais incorporações

Além de quererem ser pagos pelo policiamento no futebol, os agentes do Corpo de Intervenção exigem a rápida incorporação de mais efetivos.

Esforços insuficientes

Apesar de reconhecer que a PSP está a tentar cumprir o prometido, o movimento de agentes do CI que negociou com o diretor-nacional considera "insuficientes" os esforços já feitos. Por isso, vai protestar.

Governo protelou

A manifestação de 21 de novembro é organizada pela Associação Sindical dos Profissionais da PSP (ASPP) e pela Associação dos Profissionais da GNR (APG). As duas estruturas consideram que o Governo protelou a resolução dos problemas de ambas as forças de segurança.

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