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Artigo exclusivo

Polícia de grupo nazi tinha bomba para drone com metralha

Agente da PSP construiu munições e armas com impressores 3D. Tinha ainda explosivos militares.

25 de junho de 2026 às 01:30

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Armas e materiais apreendidos ao Movimento Armilar Lusitano, em Lisboa
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O agente da PSP detido e acusado por ter um papel principal no grupo neonazi, fascista e racista Movimento Armilar Lusitano (MAL) tinha em casa uma munição improvisada que seria para ser lançada à mão ou por drone, construída por manufatura aditiva (impressoras 3D), contendo um fulminante ativo, carga explosiva e uma metralha esférica, num polímero que potencia o efeito destrutivo em caso de explosão. Essa bomba, que a ser lançada de drone utiliza a tática de combate disseminada na guerra da Ucrânia, projetaria fragmentos "até uma distância aproximada de 25 metros, com efeito, particularmente devastador, até 2 metros de distância e 1,5 metros de altura", descreve o Ministério Público (MP). Em casa de Bruno Gonçalves estavam ainda diversos explosivos militares - cuja proveniência não é esclarecida - e armas produzidas nas impressoras 3D que ele também dispunha; e nas quais fazia soqueiras, facas e pistolas que distribuía pelos outros membros do MAL.

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